Berlim e a Dama com Arminho: La Casa de Papel volta à Netflix
A segunda temporada do spin-off de La Casa de Papel chega à Netflix em 15 de maio de 2026. Vale a pena maratonar? Confira elenco, trama e 3 motivos para assistir.

Berlim e a Dama com Arminho: La Casa de Papel volta à Netflix com o golpe mais ambicioso de Berlim
A máscara de Salvador Dalí está de volta — e agora ela é dourada. Berlim e a Dama com Arminho, a segunda temporada do spin-off de La Casa de Papel, chega à Netflix em 15 de maio de 2026 com todos os oito episódios disponíveis de uma vez. Sevilha substitui Paris, o alvo é uma obra-prima de Da Vinci e Pedro Alonso promete uma despedida à altura.
Mas será que vale parar tudo pra maratonar? A gente assistiu, pesquisou e responde.
O que é Berlim e a Dama com Arminho?
Se você pulou a primeira temporada de Berlim (lançada em dezembro de 2023 na Netflix), o resumo é rápido: a série funciona como uma precuela direta de La Casa de Papel, mostrando o personagem Andrés de Fonollosa — o próprio Berlim — antes dos grandes assaltos que consagraram a franquia.
A temporada 1 se passou em Paris, onde a gangue fez desaparecer 44 milhões de dólares em joias ao longo de uma única tarde, passando por 34 cidades europeias. O resultado foi arrasador: a série entrou no Top 10 de 91 países e se tornou a série mais vista do mundo em sua semana de estreia.
Agora, na segunda temporada — rebatizada com o título Berlim e a Dama com Arminho —, a ação se transfere para as ruas históricas de Sevilha.
A trama: um golpe dentro do golpe
O plano desta vez envolve nada menos do que "A Dama com Arminho", um dos quadros mais icônicos de Leonardo Da Vinci. O Duque de Málaga (José Luis García-Pérez) contrata Berlim e sua equipe para roubar a obra — ou pelo menos é isso que parece.
Na prática, o roubo da pintura é só uma cortina de fumaça. O verdadeiro alvo é o próprio Duque e sua esposa, a Duquesa (Marta Nieto), um casal que acredita poder chantagear Berlim. Erro fatal. O desafio desperta o lado mais sombrio e vingativo do personagem, transformando o plano num jogo de espelhos onde ninguém é quem diz ser.
A narrativa combina o roubo impossível com traições, lealdades frágeis e conflitos internos que ameaçam a coesão da gangue — tudo isso com Sevilha como cenário visual de tirar o fôlego.
Elenco: quem volta e quem chega
O núcleo da primeira temporada está de volta completo:
- Pedro Alonso como Berlim
- Michelle Jenner como Keila
- Tristán Ulloa como Damián
- Begoña Vargas como Cameron
- Julio Peña Fernández como Roi
- Joel Sánchez como Bruce
A grande novidade é Inma Cuesta no papel de Candela, uma mulher que vai surpreender — e conquistar — o próprio Berlim. Seu personagem promete um romance caótico que coloca em risco toda a operação.
E tem um cameo que os fãs de La Casa de Papel vão apreciar: Álvaro Morte, o eterno Professor, aparece na temporada. Sua presença no evento de pré-estreia em Sevilha, em 9 de maio, já havia antecipado a novidade.
A série foi criada por Álex Pina e Esther Martínez Lobato, os mesmos cérebros por trás de La Casa de Papel. A direção fica com Albert Pintó, David Barrocal e José Manuel Cravioto.
3 motivos pra assistir — e 1 ressalva
1. É a despedida definitiva de Pedro Alonso no papel
Pedro Alonso confirmou que esta é sua última vez interpretando Berlim após quase dez anos ligado ao personagem. Para quem cresceu com La Casa de Papel, é uma chance única de ver esse encerramento de ciclo. A temporada promete explorar a vulnerabilidade e a herida do personagem de um jeito que as temporadas anteriores nunca tinham ousado.
2. Sevilha como personagem
A produção foi rodada em Sevilha, Madrid, San Sebastián e Peñíscola, entre outras locações espanholas. Segundo a própria Netflix, a capital andaluza não é só cenário — ela informa o crime. Espaços históricos abertos, palácios, becos medievais. O visual desta temporada promete ser ainda mais sofisticado do que o já elegante estilo da primeira.
3. O universo de La Casa de Papel está em expansão
Não é só a temporada que aquece o motor da franquia. Em 9 de maio de 2026, durante a pré-estreia mundial em Sevilha, a Netflix exibiu um teaser misterioso com a máscara de Dalí agora dourada e confirmou que novos projetos dentro do universo de La Casa de Papel estão a caminho — com o Professor envolvido. A série chega num momento em que a franquia está renascendo.
⚠️ A ressalva honesta
Berlim sempre dividiu os fãs da série original. Quem esperava a mesma tensão coletiva de La Casa de Papel — com o Professor no rádio, a resistência contra o Estado, o idealismo da gangue — pode se frustrar. O spin-off é mais intimista, mais estilizado e menos ideológico. Se você entrar sem essa expectativa, as chances de gostar são bem maiores.
Vale a pena?
Sim — especialmente se você assistiu à primeira temporada. A premissa desta vez é mais pessoal e mais sombria. O Berlim que aparece aqui não é só o estrategista brilhante: é um homem movido pela vingança, com a gangue rachadinha pelas tensões internas e Sevilha como palco de um golpe que é, antes de tudo, uma obra de arte. Oito episódios liberados de uma vez, então a maratona está garantida desde o primeiro minuto.
Se você precisa de um ponto de entrada, vale assistir à temporada 1 antes — mas não é obrigatório para entender a trama principal desta segunda fase.
Nota Telas Review: 8/10
Perguntas frequentes (FAQ)
Berlim e a Dama com Arminho vale a pena assistir?
Sim. A série entrega um thriller de roubo visualmente sofisticado, com um Pedro Alonso no auge do personagem que o consagrou. É mais contida que La Casa de Papel, mas funciona muito bem dentro da proposta de spin-off que aposta no estilo e na complexidade emocional.
Onde assistir Berlim e a Dama com Arminho?
A série estreia no dia 15 de maio de 2026 exclusivamente na Netflix, com todos os oito episódios disponíveis de uma vez no catálogo da plataforma.
Preciso ter assistido à temporada 1 de Berlim antes?
É recomendado, mas não obrigatório. A temporada 2 dá continuidade à história da gangue, então quem assistiu à primeira fase vai aproveitar mais os arcos dos personagens. Dito isso, a trama central desta temporada tem uma premissa suficientemente autônoma para novos espectadores.
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