Telas Review

Telas Review

🎁

15 dias grátis no streaming TopoMega · compartilhe e ganhe

Pegar agora →

Obsessão (2026): review do terror do momento

Um pedido mal feito, um brinquedo sobrenatural e 1h48 de terror crescente. Obsessão (2026) chegou com 96% no Rotten Tomatoes — e merece.

D
Daniel Krust
··4 min de leitura
Michael Johnston e Inde Navarrette no filme de terror Obsessão (2026), de Curry Barker — lançamento Focus Features

Obsessão (2026): o terror do pedido que você não devia ter feito

Imagine pedir ao universo que a pessoa dos seus sonhos se apaixone por você. Parece inofensivo, certo? Obsessão (no original Obsession) começa exatamente com essa premissa — e desmonta ela de um jeito que vai te deixar desconfortável por dias.

O filme estreia nos cinemas dos Estados Unidos em 15 de maio de 2026, distribuído pela Focus Features, e já é um dos lançamentos de terror mais elogiados do ano.


O que é Obsessão (2026)?


Título original: Obsession
Direção e roteiro: Curry Barker
Elenco principal: Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless, Andy Richter
Duração: 1h 48min
Gênero: Terror sobrenatural
Distribuição: Focus Features / Universal Pictures International

Bear (Michael Johnston) é um funcionário tímido de uma loja de música apaixonado pela colega de trabalho Nikki (Inde Navarrette) há anos. Sem coragem pra confessar os sentimentos, ele topa encontrar num brechó um artefato misterioso chamado "One Wish Willow" — um brinquedo que promete realizar qualquer desejo de quem o quebrar.

Ele quebra. Pede pra Nikki se apaixonar por ele. O pedido é atendido. E é aí que tudo vai pelos ares.

A paixão de Nikki cresce rápido demais, vira dependência, depois obsessão total — e Bear percebe tarde demais que não existe como desfazer o encanto.


A nota da crítica: 96% no Rotten Tomatoes

Antes de entrar na análise, vale um dado: o filme foi premiado com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes e 7.4 no IMDb (dados verificados em maio de 2026). O consenso do site resume bem: "tomando uma premissa desconfortável e torcendo-a até fins deliciosamente perturbadores, Obsessão é ao mesmo tempo perturbador, divertido e eletrizante."

O filme estreou no bloco Midnight Madness do Festival de Toronto (TIFF) em setembro de 2025 e, desde lá, acumulou elogios em festivais como o SXSW de março de 2026. A Focus Features pagou mais de US$ 15 milhões pelos direitos de distribuição mundial — um investimento pesado pra um diretor estreante.


3 motivos pra assistir

1. Inde Navarrette entrega uma atuação à parte

A atriz que interpreta Nikki é, sem exagero, o coração do filme. Críticos de publicações como Plex, Bloody Disgusting e RogerEbert.com destacaram a performance como uma das melhores do ano. O trabalho físico e emocional que ela imprime ao personagem — que vai de apaixonada a algo muito mais sinistro — é o tipo de atuação que fica na memória. Não é a vilã cartunesca de sempre: é assustadora justamente porque parece real.

2. O terror cresce com paciência — e sem atalhos

Curry Barker não usa jump scares baratos como muleta. O filme usa iluminação, enquadramento e trilha sonora (assinada por Rock Burwell) pra construir uma tensão que só aumenta. A crítica do RogerEbert.com ressaltou que Barker "não economiza nada, ficando mais sombrio, mais perturbador e mais sangrento a cada cena." Sem abusar de efeitos especiais, o diretor de 25 anos faz a escuridão trabalhar — e entrega um terror que incomoda de um jeito visceral.

3. A premissa é velha, mas a execução é nova

"Cuidado com o que você deseja" é um dos conceitos mais repetidos do terror. Barker — que se inspirou num episódio dos Simpsons, de todas as coisas — reconhece isso e joga com a familiaridade do espectador. O filme alterna, sem aviso, entre humor absurdo e horror genuinamente perturbador. Essa imprevisibilidade é o que diferencia Obsessão de dezenas de filmes similares: você nunca sabe qual tom vai dominar a próxima cena, e essa incerteza é aterrorizante por si só.


Um diretor estreante pra ficar de olho

Curry Barker tem 25 anos e este é seu primeiro longa-metragem. Antes disso, ele havia chamado atenção com o curta de terror Milk & Serial, rodado com US$ 800 e publicado no YouTube, que viralizou em 2024 pela qualidade desproporcional ao orçamento.

Obsessão chegou ao radar da Focus Features depois que o produtor James Harris descobriu o trabalho de Barker online e o convidou pra um projeto. Barker recusou o roteiro original e pitchou a ideia que virou este filme — foi aprovado. O resultado é uma estreia segura, confiante e com identidade própria numa indústria que raramente dá tanta liberdade criativa a diretores novos.


Vale a pena?

Sim — e muito. Obsessão não é perfeito: há momentos em que o ritmo perde um pouco de fôlego no segundo ato. Mas a atuação de Inde Navarrette, a direção precisa de Curry Barker e a capacidade do filme de misturar comédia sombria com horror genuíno o colocam entre os melhores lançamentos de terror de 2026.

Se você curte filmes que provocam reflexão além do susto — sobre desejo, controle e o que significa "querer alguém pra si" — Obsessão foi feito pra você.

Nota Telas Review: 8/10


Onde assistir Obsessão (2026)?

O filme estreia nos cinemas nos Estados Unidos em 15 de maio de 2026. No Brasil, a data de estreia local ainda não foi confirmada oficialmente. Fique de olho nas programações dos circuitos exibidores nacionais.


Perguntas frequentes (FAQ)

Obsessão (2026) vale a pena assistir?

Sim. Com 96% no Rotten Tomatoes e uma performance de Inde Navarrette já cotada como uma das melhores do ano, o filme é um dos destaques do terror em 2026. Vai bem com quem curte horror psicológico e atmosférico.

Quem dirigiu Obsessão (2026)?

O filme foi escrito e dirigido por Curry Barker, cineasta de 25 anos em seu primeiro longa-metragem. Ele ficou conhecido pelo curta viral Milk & Serial, rodado com orçamento mínimo.

Onde assistir Obsessão (2026)?

O lançamento é exclusivo nos cinemas a partir de 15 de maio de 2026 nos EUA, via Focus Features. A chegada ao streaming ainda não foi anunciada.

Tags:#Terror#Cinema 2026#Reviews#Lançamentos#Curry Barker

Continue lendo

Outras leituras