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Supergirl (2026): classificação, duração e vale a pena?
Equipe de Supergirl passou pelo Rio antes da estreia em 25 de junho. Milly Alcock, Craig Gillespie e Ana Nogueira prometem "visão única" do DCU. Veja se vale a pena.

Resposta rápida
Supergirl (cinemas, 2026):
- Classificação indicativa: 14 anos — violência intensa, ação e linguagem
- Duração: 1h 48min (aproximadamente 1h50 com créditos)
- Onde assistir: exclusivamente nos cinemas a partir de 25 de junho de 2026
- Vale a pena? Sim — visual épico, Milly Alcock brilhante e o DCU em sua melhor fase
A Cidade Maravilhosa recebeu um presente interplanetário neste fim de semana. Milly Alcock, Craig Gillespie, Ana Nogueira e Peter Safran desembarcaram no Rio de Janeiro e aproveitaram para assistir à estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 — tudo como parte da grande turnê global de divulgação de Supergirl, segundo título da nova era do Universo DC. Na noite de domingo, 14 de junho, o Museu do Amanhã foi palco do primeiro tapete vermelho de sua história para celebrar a chegada do filme, reunindo cerca de duas mil pessoas. A passagem pelo Brasil não foi protocolar: a equipe chegou disposta a antecipar novidades e a deixar claro que este não é um filme de super-herói comum.
"Uma visão totalmente única" — o que a equipe revelou no Brasil
A estrela Milly Alcock, o diretor Craig Gillespie, a roteirista Ana Nogueira e o produtor Peter Safran desembarcaram no Rio de Janeiro entre os dias 13 e 15 de junho como parte da turnê global de divulgação do longa. Durante os eventos, a equipe reforçou que o resultado na tela é diferente de qualquer coisa vista antes no gênero.
O filme traz uma abordagem diferenciada de Supergirl. Diferente das versões mais clássicas, acompanhamos uma Kara Zor-El mais complexa e marcada por traumas do passado — e a personagem está longe de ser uma heroína ideal no início da história.
O diretor Craig Gillespie contou que leu primeiro o roteiro de Ana Nogueira, só depois mergulhou nos quadrinhos para comparar — isso o ajudou a verificar se a narrativa funcionava para quem não domina a mitologia kryptoniana. A estratégia revela uma intenção clara: fazer um filme que funcione tanto para quem nunca abriu uma HQ da DC quanto para os fãs mais hardcore.
A roteirista Ana Nogueira, por sua vez, assumiu que muita coisa precisou ser adaptada. Segundo a própria escritora, muita coisa precisou ser cortada ou reformulada — o resultado promete ser uma adaptação livre, e não fiel ao pé da letra. Mas isso não é necessariamente ruim.
3 motivos para assistir a Supergirl nos cinemas
1. Milly Alcock redefinindo a heroína kryptoniana
Quando James Gunn anunciou o projeto, descreveu a personagem como "muito mais hardcore" do que versões anteriores — uma Kara endurecida por anos assistindo à destruição de seu planeta natal antes de chegar à Terra. A performance de Alcock em House of the Dragon foi o que chamou a atenção de Gunn para escalar a atriz australiana. Esperem uma Supergirl que não pede desculpa por ser bruta.
2. Craig Gillespie no comando — e Jason Momoa como Lobo
Craig Gillespie (Cruella) dirige a partir de um roteiro de Ana Nogueira (The Vampire Diaries). O cineasta australiano tem histórico de transformar personagens "improváveis" em protagonistas memoráveis — basta lembrar de Eu, Tonya. E a surpresa do elenco é grande: a principal novidade é a inclusão de Lobo, vivido por Jason Momoa, personagem que não aparece na história em quadrinhos original. Gunn disse que Lobo foi adicionado ao filme para ajudar na adaptação para uma estrutura de três atos, sentindo que Lobo era "o maior personagem de história em quadrinhos que nunca esteve em um filme".
3. Um épico sci-fi, não só um filme de porrada
Originalmente batizado de Supergirl: A Mulher do Amanhã, o filme da heroína agora se chama apenas Supergirl e será um épico sci-fi baseado na saga de mesmo nome escrita por Tom King e desenhada pela brasileira Bilquis Evely nas HQs da DC — com a Supergirl não na Terra, mas viajando pelo espaço em busca de vingança e justiça. Após uma breve aparição em Superman (2025), Kara Zor-El assume o protagonismo absoluto — e, diferente do Homem de Aço, demonstra forte relutância em carregar o peso das responsabilidades heroicas do primo. A dinâmica muda quando ela cruza o caminho da jovem Ruthye Marie Knoll e as duas partem em uma caçada intergaláctica atrás do mercenário Krem, responsável pelo assassinato do pai da garota.
Elenco e ficha técnica
Estreia: 26 de junho de 2026 (mundial) — 25 de junho no Brasil Direção: Craig Gillespie Roteiro: Ana Nogueira Elenco principal: Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl), Matthias Schoenaerts (Krem das Colinas Amarelas), Eve Ridley (Ruthye Mary Knolle), Jason Momoa (Lobo)
O elenco conta ainda com David Krumholtz e Emily Beecham como, respectivamente, Zor-El e Alura In-Ze, pais da protagonista.
O cachorro Krypto, que apareceu recentemente no filme do Superman, também retorna na nova produção.
Duração e classificação indicativa
Segundo o Irish Film Classification Office (IFCO), o novo filme da DC Studios tem 1 hora, 47 minutos e 55 segundos — fazendo de Kara Zor-El protagonista de um dos longas mais enxutos da DC em anos.
O filme recebeu classificação PG-13 pela MPA (equivalente a 14 anos no Brasil) por "forte violência, ação, linguagem e fumo" — este último elemento relacionado ao amor de Lobo (Jason Momoa) por cigarros.
Em entrevista ao Collider, o diretor Craig Gillespie confirmou a presença de uma cena pós-créditos, embora sem entrar em detalhes. Então não saiam correndo da sala.
Vale a pena?
Sim. A DC parece ter aprendido com os erros do passado. Um filme de menos de 1h50 com foco emocional, uma atriz em ascensão meteórica e um diretor que sabe como construir personagem — isso é exatamente o que o gênero precisava. A passagem da equipe pelo Brasil reforça o que o material já sinalizava: este filme aposta em uma protagonista mais humana e vulnerável, o que pode gerar maior identificação com o público — abrindo espaço para histórias mais profundas e menos centradas apenas em ação.
Se você curtiu o Superman de 2025, este é o próximo passo obrigatório. Se ainda não assistiu, Supergirl pode ser uma porta de entrada ainda mais acessível para o novo DCU.
Perguntas frequentes
qual a classificação indicativa de supergirl (2026)?
O filme foi classificado como PG-13 pela MPA — equivalente a 14 anos no Brasil — por forte violência, ação, linguagem e fumo.
quanto tempo dura o filme supergirl?
Segundo o Irish Film Classification Office, Supergirl tem 1 hora, 47 minutos e 55 segundos. Com créditos, chega perto de 1h50.
quando supergirl estreia no brasil?
No Brasil, o longa estreia um dia antes do lançamento mundial, em 25 de junho de 2026. Espectadores mais ansiosos poderão conferir o filme em sessões especiais antecipadas já no dia 23 de junho.
tem cena pós-créditos em supergirl?
Sim. O diretor Craig Gillespie confirmou a presença de uma cena pós-créditos em entrevista ao Collider, sem entrar em detalhes: "Ele tem por volta de 1h45. Com os créditos, chega perto de 1h50 de duração. Não posso adiantar isso, desculpe."
supergirl é baseado em quadrinho?
Sim. O filme é baseado na minissérie de quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, de Tom King e Bilquis Evely, publicada em 2021-22. A adaptação, porém, é livre — com mudanças na estrutura e inclusão de personagens como Lobo.
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